Faltando duas semanas para o Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, uma nova pesquisa de intenção de compras acende o alerta para quem trabalha com vestuário, calçados, brinquedos e presentes...

Faltando duas semanas para o Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, uma nova pesquisa de intenção de compras acende o alerta para quem trabalha com vestuário, calçados, brinquedos e presentes em geral. A intenção de compra caiu de 57,7% para 52,1%, enquanto o gasto médio total pretendido recuou de R$ 488,07 para R$ 390,26.
Quanto o consumidor pretende gastar em 2026?
A queda no gasto médio é o dado mais direto para o lojista: significa presentes mais baratos por unidade ou clientes cortando quantidade. Diante desse cenário, o preço passa a ter peso maior na decisão de compra. Na prática, isso empurra a disputa para promoção, parcelamento e comparação de preço antes da ida à loja.
Quem ainda entra na lista de presentes?
Mesmo com o orçamento mais apertado, a data não perde força de vendas — ela só espalha o gasto por mais pessoas. Mesmo com a redução no valor previsto, os consumidores que pretendem presentear devem ampliar a lista para além de filhos e netos: sobrinhos são citados por 25,8% dos entrevistados e afilhados por 18,3%, enquanto 2,3% afirmam que pretendem fazer doações para entidades que atendem crianças. Pra loja de bairro, isso indica giro maior em itens de ticket médio menor, não necessariamente queda em quantidade de clientes.
O que fazer com esse dado antes de 12 de outubro?
Com gasto médio menor e preço pesando mais, faz diferença ter tabela de preço e promoção ajustada por perfil de comprador — inclusive diferenciando quem compra para revenda de quem compra no varejo, caso a loja atenda os dois públicos. É esse tipo de regra automática de preço por CPF/CNPJ, com tabela de varejo e atacado aplicada na hora da venda, que o sistema CGSYS resolve no caixa.
Fonte: Pesquisa de Intenção de Compras 2026, CNDL/SPC Brasil.