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Blog / Varejo

Mês Farroupilha: como não perder venda por falta de bombacha, bota ou pilcha no tamanho certo

11 DE SET DE 2026/Cristiano Gross/3 min de leitura

Se a sua loja vende bombacha, pilcha, bota, chapéu ou artigo gaúcho, setembro é o mês em que o estoque errado custa caro. A resposta direta pra quem pergunta se vale a pena reforçar a compra agora: si...

Mês Farroupilha: como não perder venda por falta de bombacha, bota ou pilcha no tamanho certo

Se a sua loja vende bombacha, pilcha, bota, chapéu ou artigo gaúcho, setembro é o mês em que o estoque errado custa caro. A resposta direta pra quem pergunta se vale a pena reforçar a compra agora: sim, e o motivo tem nome, data e fonte.

O presidente da Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul (FCCS-RS), Vitor Augusto Koch, afirmou nesta semana que mesmo com o comércio vivendo um cenário preocupante, as comemorações da Revolução Farroupilha, cuja data máxima é o 20 de setembro, podem servir como impulsionador de vendas no Rio Grande do Sul. Segundo ele, o sentimento pelas tradições do Estado eleva a busca por produtos como bombachas, pilchas, alpargatas, botas, chapéus, cuias e bombas de chimarrão. E o efeito não fica restrito a quem vende artigo gauchesco: a movimentação também pode alcançar empresas que não trabalham diretamente com artigos tradicionalistas, puxada pelos piquetes e CTGs espalhados pelo Estado.

Por que essa venda de pico é diferente do resto do ano?

É concentrada em poucos dias, depende de tamanho e cor certos (bombacha e bota não vendem em tamanho único) e mistura cliente de balcão com quem compra em quantidade pra revender em bazar de CTG ou evento. Errar a grade nessa janela não é perder uma venda, é perder a venda inteira do mês pra esse item.

Como evitar a ruptura de bombacha, bota e chapéu no tamanho certo?

O ponto de partida é contagem física antes da data, não depois. Fazer o inventário por grade — cada tamanho e cor como um item separado no controle — mostra exatamente onde falta peça antes que o cliente chegue no caixa e não encontre. No CGSYS, produto com grade de tamanho e cor é recurso nativo: o sistema separa o estoque por variação, então dá pra saber, item por item, se falta 40 ou sobra 38.

Cliente de balcão e cliente que compra pra revender pagam o mesmo preço?

Não deveriam, e aqui mora dinheiro perdido em época de pico. Quem compra uma bombacha pra usar no piquete e quem compra dez pra revender numa barraca de evento são dois perfis de cliente diferentes. O CGSYS aplica a tabela de preço de varejo ou de atacado automaticamente pelo CPF ou CNPJ informado na venda, respeitando a quantidade mínima configurada por produto — sem o caixa ter que lembrar de trocar tabela na correria do movimento.

E na etiqueta, como fica o preço duplo?

Um problema comum nessa época é a peça circular entre o varejo e o atacado sem etiqueta compatível. O sistema permite imprimir um único código de barras com os dois valores — o de varejo e o de atacado —, então a mesma peça no cabide serve pros dois tipos de venda sem reetiquetar nada.

No caixa, o volume maior de gente também aumenta a fila. Com TEF integrado direto no PDV, o pagamento em PIX, débito ou crédito sai na frente de caixa, com captura do CPF pelo próprio pinpad — o que já ajuda a aplicar a tabela de preço certa sem digitação extra.

Resumo pra quem decide agora: contar estoque por grade, revisar preço de varejo e atacado e garantir que a peça mais procurada da Semana Farroupilha não fique faltando justo no dia 20.